Há séculos atrás o homem travava uma luta, com criaturas que chegavam á trinta metros de altura, voavam pelos céus como Deuses do mundo. mas assim como não existe dois sóis o mundo não seria habitado por duas raças diferente de predadores. Bom, o homem mata e destrói tudo o que não conhece e a sede do ser humano por sangue era insaciável e por serem em maior número pelo mundo, se procriavam muito mais rápido e o sangue bárbaro corria pela suas veias. O primeiro deles foi Dragon, ele deu vida a sua raça, conhecida nesses dias como Dragões, mas o progenitor já havia deixado este mundo há muito tempo! Mas no meio desta guerra, havia um dragão incomum, seu nome era Citia, ele era de uma raça quase extinta, existiam poucos como ele no mundo todo, era de uma raça muito agressiva e não vivia em bando, mas sim sozinho, tinha a escama tão negra quanto à escuridão e garras tão afiadas quanto espadas de enormes guerreiros, era o numero um da lista de muitos caçadores, pois havia tido grande batalhas com caçadores de alto nível e suas cicatrizes eram a prova que ele era o vencedor desses duelos sangrentos. Citia era muito orgulhoso e não temia nada porque sabia que ainda não existia um oponente que se igualasse a ele, mas estava enganado, pois um dia foi preso em uma emboscada por sua própria espécie, muito machucado conseguiu escapar e jurou vingança contra todos que lhe fizeram mal. O dragão ferido chegou a um local desconhecido até mesmo por ele. O gigante adormeceu após perder muito sangue, a enorme fera acordou, após muito tempo estava no mar, mas não fazia idéia de como tinha chegado lá, estava na beira da praia quando olhou para a lua e a maravilhosa brisa que o céu trazia, mas com ela olhou mais fixamente e percebeu que havia mais algo vindo, algo brilhante que nunca tinha visto, tomou posição de combate e encheu sua garganta de chamas, mas sabia que se fosse um dos seus executores um traidor, ele não teria chance, pois ainda estava muito machucado. Não tinha idéia do que era aquilo, mas sabia que era lindo – será que serei morto por algo tão belo que se aproxima? Quando o anjo branco pairou na sua frente, não acreditou no que estava vendo, era um dragão branco, a muito já extinto da terra, seus olhos eram como de gelo e trazia uma sensação de paz - você esta bem? Ela perguntou – sim, ele retrucou em claro e bom som, - quem é você e o que estou fazendo aqui? Ela tinha a mesma arrogância que ele e não gostava do som intimidado que ouvia, - encontrei você caído e muito ferido a alguns kilometros daqui, - bom, tenho que ir tenho uma vingança para terminar! – fique e se cure primeiro, sua vingança não terá propósito se você morrer antes de chega lá! O dragão não queria ir realmente e uma desculpa para conhecer e se aproximar dela era tudo que queria no momento. Dez anos se passaram e ele se sentia feliz, por ter do lado dele ela hoje sua mulher, mas por pouco tempo, em dia tempestuoso ele acordou de um sonho ruim, saiu da caverna aonde era seu refugio e gritou por seu amor Liz, mas ela não respondeu e ele sabia que algo estava errado, logo os dias se passaram. Citia se confrontou com os melhores caçadores que existia em cada aldeia dali, devastou reinos inteiros, mas nada de Liz por onde quer que procurerasse, até que descobriram que os raptores de Liz não eram homens mais sim dragões corrompidos pelo mal, rapidamente Citia os encontro, pois já tinha estado do lado de lá antes, mais uma vês travando uma batalha gloriosa, o dragão de escamas negras venceu seus oponentes e resgatando Liz, mas a uma pena para um dragão que mata outro e essa pena é a morte! – Citia fuja se ficar será morto, o dragão tinha ciência disso, mas ficar longe de quem te ensinou a vive de novo. Liz olhou nos olhos da antiga fera cansada e por muito ainda sangrando, - vá se você morrer eu nunca serei feliz e se eu for com você nunca deixaram de nós caçar! O ancião bestial levantou voou e prometeu a Liz, - me espere voltarei um dia e o que me deste te darei em dobro! Os dragões foram extintos da terra com o tempo, mas acredito que eles se reencontraram novamente, mas isso é outra historia.


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